Chape Futsal abre venda de ingressos para grande jogo contra o Joinville

O Ginásio Plínio Arlindo De Nes (SER Aurora), em Chapecó, vai receber um jogo imperdível de futsal neste sábado (11/4), às 19h. Líder isolada e com 100% de aproveitamento, a Prefeitura de Chapecó/Chapecoense/Unochapecó enfrentará o Joinville, atual campeão estadual e uma das potências da modalidade em nível de Brasil. A partida vale pela terceira rodada da Série Ouro do Campeonato Catarinense. Expectativa é de casa cheia neste sábado (11), às 19h, no ginásio da SER Aurora. Verdão das Quadras lidera a Série Ouro. A expectativa é de casa cheia. Por isso, o clube recomenda aos torcedores a compra antecipada dos ingressos. Os bilhetes estão à venda na loja oficial da Chape Futsal - rua Paulo Marques, entre as avenidas Fernando Machado e Porto Alegre, no Centro - e na loja iXap Sports - na avenida Getúlio Vargas, entre as ruas Paulo Marques e Vitório Cella, no Centro. As entradas custam R$ 20,00 (1º lote) e R$ 25,00 (2º lote). O meio-ingresso sai por R$ 10,00, para as pessoas com direito garantido por lei. Crianças até 12 anos não pagam, mediante acompanhamento de um responsável e apresentação de documento de identificação. Também haverá venda na hora, no local do confronto. O Verdão das Quadras ganhou os dois compromissos que disputou: fez 4 a 2 no Criciúma, no Sul do Estado, e 7 a 1 no Caçador, na Capital do Oeste. Com seis pontos, a Chape Futsal lidera a Série Ouro de forma isolada. Vencedor da edição de 2025, o JEC triunfou no único duelo até aqui na competição.

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Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) seguem em tendência de queda, mas nove capitais ainda registram crescimento da doença, segundo o boletim InfoGripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado nesta quinta-feira (9). A Influenza B mantém aumento em estados da Região Centro-Sul, enquanto a incidência da síndrome continua mais elevada entre crianças pequenas e a mortalidade permanece concentrada entre idosos. De acordo com o boletim, os casos graves por Influenza B seguem em crescimento no Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Santa Catarina. O Ceará, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo apresentam indícios de interrupção do avanço ou início de queda. Até a Semana Epidemiológica 26, nove das 27 capitais apresentaram níveis de atividade de SRAG classificados como alerta, risco ou alto risco nas últimas duas semanas, com sinal de crescimento na tendência de longo prazo. As capitais são Belo Horizonte, Boa Vista, Curitiba, Florianópolis, Goiânia, Manaus, Palmas, Porto Alegre e Rio Branco. Outras 11 capitais também registram incidência de SRAG em níveis de alerta, risco ou alto risco, mas sem crescimento sustentado nas últimas seis semanas. Nessa situação estão Aracaju, Belém, Brasília, Campo Grande, Cuiabá, João Pessoa, Macapá, Maceió, Rio de Janeiro, Salvador e São Luís. Segundo a Fiocruz, o aumento dos casos em Belo Horizonte, Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre ocorre principalmente entre crianças menores de 2 ou 4 anos de idade. Em Rio Branco, o crescimento é observado entre crianças e adolescentes de 2 a 14 anos. Belo Horizonte, Florianópolis, Manaus e Rio Branco também registram aumento de casos entre idosos. A pesquisadora do InfoGripe Tatiana Portella ressalta que, embora o cenário nacional seja de redução dos casos, a circulação dos vírus respiratórios continua elevada em parte do país. “A população dos grupos prioritários deve manter a vacinação contra a influenza em dia, pois ela reduz o risco de hospitalizações e mortes. Também é importante que pessoas com sintomas respiratórios evitem contato com indivíduos mais vulneráveis, como idosos, crianças pequenas e pessoas imunocomprometidas, além de utilizar máscara ao apresentar sintomas”, orienta. Nas quatro últimas semanas epidemiológicas, entre os casos com resultado laboratorial positivo para vírus respiratórios, 55,9% foram causados pelo vírus sincicial respiratório (VSR), 23,3% por rinovírus, 12,7% por Influenza A, 8,4% por Influenza B e 2,2% por Sars-CoV-2, vírus causador da covid-19. Entre os óbitos registrados no mesmo período, a Influenza A respondeu por 33,1% dos casos, seguida do rinovírus (26,3%), do vírus sincicial respiratório (21,7%), da Influenza B (15,4%) e da covid-19 (6,9%). Desde o início do ano, o Brasil notificou 109.347 casos de SRAG. Desse total, 56.530 (51,7%) tiveram resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório, 37.770 (34,5%) apresentaram resultado negativo e pelo menos 8.195 (7,5%) ainda aguardam confirmação laboratorial. O boletim mostra ainda que, no cenário nacional, os casos de SRAG apresentam início ou manutenção da queda entre pessoas de 2 a 49 anos e entre idosos com 65 anos ou mais. Na faixa etária de 50 a 64 anos, observa-se um leve aumento das ocorrências, enquanto entre crianças menores de 2 anos o cenário é de estabilização. A Fiocruz destaca que a incidência semanal da síndrome continua mais elevada entre crianças pequenas, principalmente em decorrência do vírus sincicial respiratório. A mortalidade permanece maior entre idosos, tendo a Influenza A como principal causa. Os casos de SRAG associados à covid-19 seguem em níveis baixos em todas as faixas etárias.

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