Comércio apresenta saldo de quase 12 mil empregos formais criados em Santa Catarina em 2025

O setor do Comércio fechou 2025 com saldo positivo de 11.989 novas vagas de trabalho formal em Santa Catarina. Mais da metade dessas contratações ocorreu no Comércio varejista, que respondeu por 6.228 postos de trabalho. Os dados constam no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), referente a dezembro de 2025.

Segundo o secretário de Estado do Planejamento, Fabricio Oliveira, o desempenho do setor é um importante indicativo da economia. “O Comércio costuma ser a porta de entrada para o primeiro emprego e funciona como um termômetro econômico. Quando cresce, mostra que as famílias estão consumindo, a cadeia produtiva está aquecida e o mercado de trabalho contrata para atender à demanda”, afirma. Ele acrescenta que, sob a liderança do governador Jorginho Mello, o Estado segue investindo em políticas públicas que resultam em geração de renda, fortalecimento do comércio e autonomia das famílias pelo trabalho.

Ainda de acordo com o secretário, o crescimento de cerca de 5% da economia catarinense em 2025, medido pelo IBCR, impulsionou o aumento do rendimento médio e do consumo, refletindo diretamente na criação de empregos no Comércio.

Comércio varejista em destaque

A Secretaria de Estado do Planejamento (Seplan) lançou uma nova edição do Informativo Mensal de Emprego, com análise detalhada do Comércio varejista. O estudo utiliza dados do Novo Caged de novembro de 2025 e da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) de 2024, último ano consolidado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). A Seplan ressalta que o informativo apresenta dados até novembro, já que a análise pormenorizada exige maior tempo técnico.

O levantamento aponta que o saldo de vagas formais no Comércio varejista cresceu 16,6% nos últimos dois anos, na comparação entre novembro de 2023 e novembro de 2025. Apenas no mês de referência, novembro de 2025, o setor criou 4.450 novos empregos formais.

O estudo também destaca que o segmento de Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios, como hipermercados e supermercados, respondeu por quase 50% do saldo de novas vagas registradas no mês analisado.

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