IPTU 2026: carnês disponíveis a partir de quinta-feira em Chapecó

Boletos começam a ser gerados nesta quarta-feira, 1º, e estarão disponíveis para retirada física e online a partir de quinta-feira, 2 de abril. Os contribuintes de Chapecó terão acesso aos carnês do IPTU 2026 a partir desta quinta-feira, 2 de abril. A medida marca o início do calendário de arrecadação municipal e impacta diretamente cerca de 147 mil imóveis cadastrados, com vencimento da primeira parcela ou da cota única em 30 de abril. Os boletos começam a ser processados nesta quarta-feira, 1º, mas devido ao tempo técnico de geração, só estarão disponíveis para consulta e retirada no dia seguinte. O imposto poderá ser pago em cota única, com descontos de até 10%, ou parcelado em até nove vezes, com vencimentos mensais até dezembro. De acordo com a Prefeitura de Chapecó/Secretaria da Fazenda, o carnê reúne três componentes: IPTU, taxa de coleta de resíduos e, em alguns casos, a contribuição para iluminação pública (COSIP). O reajuste aplicado neste ano foi de 4,85%, correspondente à inflação do período. Os carnês poderão ser retirados no Setor de Tributos, antiga Prefeitura - das 7h às 19h, sem interrupção ao meio-dia - na Superintendência da Efapi e na Superintendência do Bormann - em horário de expediente - e no site oficial da prefeitura. Também haverá suporte digital via site e WhatsApp. Contribuintes adimplentes terão desconto de 10% no pagamento à vista até 30 de abril. Quem optar pelo pagamento integral até 20 de maio terá desconto de 5%. Débitos antigos podem ser parcelados separadamente, mas não contam com redução de juros ou multas. A inadimplência do IPTU em Chapecó varia entre 12% e 15%. Em 2025, foram lançados cerca de R$ 112 milhões, com arrecadação efetiva próxima de R$ 92 milhões. Caso o imposto não seja quitado dentro do exercício, o valor é inscrito em dívida ativa, sujeito a cobrança administrativa, protesto em cartório ou execução judicial. O período para solicitação de isenção será de 1º de junho a 30 de setembro, válido para o exercício seguinte. Paralelamente, segue em andamento a atualização cadastral dos imóveis, realizada após mais de 20 anos sem revisão, que identificou divergências em mais de 28 mil casos.

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Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) seguem em tendência de queda, mas nove capitais ainda registram crescimento da doença, segundo o boletim InfoGripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado nesta quinta-feira (9). A Influenza B mantém aumento em estados da Região Centro-Sul, enquanto a incidência da síndrome continua mais elevada entre crianças pequenas e a mortalidade permanece concentrada entre idosos. De acordo com o boletim, os casos graves por Influenza B seguem em crescimento no Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Santa Catarina. O Ceará, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo apresentam indícios de interrupção do avanço ou início de queda. Até a Semana Epidemiológica 26, nove das 27 capitais apresentaram níveis de atividade de SRAG classificados como alerta, risco ou alto risco nas últimas duas semanas, com sinal de crescimento na tendência de longo prazo. As capitais são Belo Horizonte, Boa Vista, Curitiba, Florianópolis, Goiânia, Manaus, Palmas, Porto Alegre e Rio Branco. Outras 11 capitais também registram incidência de SRAG em níveis de alerta, risco ou alto risco, mas sem crescimento sustentado nas últimas seis semanas. Nessa situação estão Aracaju, Belém, Brasília, Campo Grande, Cuiabá, João Pessoa, Macapá, Maceió, Rio de Janeiro, Salvador e São Luís. Segundo a Fiocruz, o aumento dos casos em Belo Horizonte, Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre ocorre principalmente entre crianças menores de 2 ou 4 anos de idade. Em Rio Branco, o crescimento é observado entre crianças e adolescentes de 2 a 14 anos. Belo Horizonte, Florianópolis, Manaus e Rio Branco também registram aumento de casos entre idosos. A pesquisadora do InfoGripe Tatiana Portella ressalta que, embora o cenário nacional seja de redução dos casos, a circulação dos vírus respiratórios continua elevada em parte do país. “A população dos grupos prioritários deve manter a vacinação contra a influenza em dia, pois ela reduz o risco de hospitalizações e mortes. Também é importante que pessoas com sintomas respiratórios evitem contato com indivíduos mais vulneráveis, como idosos, crianças pequenas e pessoas imunocomprometidas, além de utilizar máscara ao apresentar sintomas”, orienta. Nas quatro últimas semanas epidemiológicas, entre os casos com resultado laboratorial positivo para vírus respiratórios, 55,9% foram causados pelo vírus sincicial respiratório (VSR), 23,3% por rinovírus, 12,7% por Influenza A, 8,4% por Influenza B e 2,2% por Sars-CoV-2, vírus causador da covid-19. Entre os óbitos registrados no mesmo período, a Influenza A respondeu por 33,1% dos casos, seguida do rinovírus (26,3%), do vírus sincicial respiratório (21,7%), da Influenza B (15,4%) e da covid-19 (6,9%). Desde o início do ano, o Brasil notificou 109.347 casos de SRAG. Desse total, 56.530 (51,7%) tiveram resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório, 37.770 (34,5%) apresentaram resultado negativo e pelo menos 8.195 (7,5%) ainda aguardam confirmação laboratorial. O boletim mostra ainda que, no cenário nacional, os casos de SRAG apresentam início ou manutenção da queda entre pessoas de 2 a 49 anos e entre idosos com 65 anos ou mais. Na faixa etária de 50 a 64 anos, observa-se um leve aumento das ocorrências, enquanto entre crianças menores de 2 anos o cenário é de estabilização. A Fiocruz destaca que a incidência semanal da síndrome continua mais elevada entre crianças pequenas, principalmente em decorrência do vírus sincicial respiratório. A mortalidade permanece maior entre idosos, tendo a Influenza A como principal causa. Os casos de SRAG associados à covid-19 seguem em níveis baixos em todas as faixas etárias.

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