Polícia Civil desarticula grupo que roubou R$ 30 mil em joias de idosa em Chapecó

A Polícia Civil de Santa Catarina, por meio do Departamento de Investigações Criminais de Chapecó da Delegacia de Repressão a Roubos de Chapecó, deflagrou, na manhã desta sexta-feira (06/03), uma operação policial, objetivando o cumprimento de três mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Poder Judiciário, que visa apurar a autoria e materialidade dos crimes de roubo, tráfico de drogas e associação para o tráfico. Nesta manhã (06/03), foi efetuada também a prisão em flagrante de dois homens e uma mulher, pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico, além da apreensão de cocaína, maconha, ecstasy, dinheiro, balança de precisão e aparelhos de telefonia celular. A ação contou com apoio da 2ª e 3ª Delegacias de Polícia Civil de Chapecó, Delegacias de Polícia dos Municípios de Guatambu, Cunhataí, Águas de Chapecó e Jardinópolis, policiais civis da operação “Protetores” e os Núcleos de Operações com Cães de São Lourenço e Chapecó. Após o interrogatório e os procedimentos legais, os investigados foram encaminhados para o sistema prisional, local em que permanecerão à disposição da Justiça. Entenda o caso No dia 11 de janeiro deste ano, três suspeitos, um deles vestindo roupas de entregador, compareceu a uma residência, no bairro Engenho Braun, informando ter uma mercadoria para a moradora do imóvel. Ao abrir a porta da residência, uma senhora idosa foi rendida pelos investigados, que estavam na posse de armas de fogo, ocasião em que anunciaram o roubo, subtraindo, posteriormente, mediante restrição da liberdade da ofendida, joias avaliadas na importância de R$30 mil, empreendendo fuga, logo em seguida. Imediatamente, após ciência da Polícia Civil, foi instaurado inquérito policial, sendo realizado diligências, a fim de apurar a autoria delitiva. Os policiais civis lograram êxito em colher elementos de prova que indicassem a participação de determinados suspeitos, nos quais, também, estavam envolvidos com o crime de tráfico de drogas, oportunidade, então, que a Autoridade Policial representou pela busca e apreensão na residência dos investigados, medida cautelar que foi deferida pela Autoridade Judiciária Competente, após manifestação do Ministério Público.

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Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) seguem em tendência de queda, mas nove capitais ainda registram crescimento da doença, segundo o boletim InfoGripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado nesta quinta-feira (9). A Influenza B mantém aumento em estados da Região Centro-Sul, enquanto a incidência da síndrome continua mais elevada entre crianças pequenas e a mortalidade permanece concentrada entre idosos. De acordo com o boletim, os casos graves por Influenza B seguem em crescimento no Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Santa Catarina. O Ceará, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo apresentam indícios de interrupção do avanço ou início de queda. Até a Semana Epidemiológica 26, nove das 27 capitais apresentaram níveis de atividade de SRAG classificados como alerta, risco ou alto risco nas últimas duas semanas, com sinal de crescimento na tendência de longo prazo. As capitais são Belo Horizonte, Boa Vista, Curitiba, Florianópolis, Goiânia, Manaus, Palmas, Porto Alegre e Rio Branco. Outras 11 capitais também registram incidência de SRAG em níveis de alerta, risco ou alto risco, mas sem crescimento sustentado nas últimas seis semanas. Nessa situação estão Aracaju, Belém, Brasília, Campo Grande, Cuiabá, João Pessoa, Macapá, Maceió, Rio de Janeiro, Salvador e São Luís. Segundo a Fiocruz, o aumento dos casos em Belo Horizonte, Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre ocorre principalmente entre crianças menores de 2 ou 4 anos de idade. Em Rio Branco, o crescimento é observado entre crianças e adolescentes de 2 a 14 anos. Belo Horizonte, Florianópolis, Manaus e Rio Branco também registram aumento de casos entre idosos. A pesquisadora do InfoGripe Tatiana Portella ressalta que, embora o cenário nacional seja de redução dos casos, a circulação dos vírus respiratórios continua elevada em parte do país. “A população dos grupos prioritários deve manter a vacinação contra a influenza em dia, pois ela reduz o risco de hospitalizações e mortes. Também é importante que pessoas com sintomas respiratórios evitem contato com indivíduos mais vulneráveis, como idosos, crianças pequenas e pessoas imunocomprometidas, além de utilizar máscara ao apresentar sintomas”, orienta. Nas quatro últimas semanas epidemiológicas, entre os casos com resultado laboratorial positivo para vírus respiratórios, 55,9% foram causados pelo vírus sincicial respiratório (VSR), 23,3% por rinovírus, 12,7% por Influenza A, 8,4% por Influenza B e 2,2% por Sars-CoV-2, vírus causador da covid-19. Entre os óbitos registrados no mesmo período, a Influenza A respondeu por 33,1% dos casos, seguida do rinovírus (26,3%), do vírus sincicial respiratório (21,7%), da Influenza B (15,4%) e da covid-19 (6,9%). Desde o início do ano, o Brasil notificou 109.347 casos de SRAG. Desse total, 56.530 (51,7%) tiveram resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório, 37.770 (34,5%) apresentaram resultado negativo e pelo menos 8.195 (7,5%) ainda aguardam confirmação laboratorial. O boletim mostra ainda que, no cenário nacional, os casos de SRAG apresentam início ou manutenção da queda entre pessoas de 2 a 49 anos e entre idosos com 65 anos ou mais. Na faixa etária de 50 a 64 anos, observa-se um leve aumento das ocorrências, enquanto entre crianças menores de 2 anos o cenário é de estabilização. A Fiocruz destaca que a incidência semanal da síndrome continua mais elevada entre crianças pequenas, principalmente em decorrência do vírus sincicial respiratório. A mortalidade permanece maior entre idosos, tendo a Influenza A como principal causa. Os casos de SRAG associados à covid-19 seguem em níveis baixos em todas as faixas etárias.

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