Sine SC promove ações de empregabilidade com calendário de feirões em cinco municípios

A Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Serviços (SICOS), por meio do Sistema Nacional de Emprego de Santa Catarina (Sine/SC), realiza entre os meses de junho e julho uma série de Feirões de Emprego em municípios do Sul catarinense. A iniciativa conta com a parceria das prefeituras municipais, instituições locais e empresas da região, com o objetivo de ampliar as oportunidades de contratação, aproximar empregadores e trabalhadores e fortalecer a economia regional. A programação inicia no dia 18 de junho, em Araranguá, na Praça Hercílio Luz, em frente à Igreja Matriz. Na sequência, o Feirão chega a Forquilhinha, no dia 23 de junho, na Câmara de Vereadores; a Balneário Arroio do Silva, no dia 25 de junho, no Centro Multiuso Esther Pacheco Mucillo; e a Tubarão, no dia 30 de junho, na Praça 7 de Setembro. O calendário segue no dia 2 de julho, em Laguna, no Mercado Público Municipal. Durante os eventos, os trabalhadores terão acesso a vagas de emprego, orientações sobre o mercado de trabalho, encaminhamentos para processos seletivos e contato direto com empresas contratantes. Já os empregadores poderão divulgar oportunidades, realizar entrevistas, receber currículos e agilizar contratações em um único espaço. Para o secretário de Estado de Indústria, Comércio e Serviço, Leodegar Tiscoski, a ação reforça o compromisso do Governo de Santa Catarina com a geração de emprego e renda. “Temos trabalhado para criar um ambiente cada vez mais favorável ao crescimento econômico, atraindo investimentos e fortalecendo os setores produtivos. Os feirões de emprego são uma extensão desse esforço, aproximando quem procura uma oportunidade de quem precisa contratar. Cada vaga preenchida representa mais dignidade para as famílias catarinenses e mais desenvolvimento para os municípios”, destaca. O diretor de Emprego e Renda da SICOS, Carlos Alberto Arns Filho, ressalta que a iniciativa tem apresentado resultados positivos em todas as regiões onde é realizada. “Os feirões proporcionam um encontro direto entre empresas e trabalhadores, reduzindo o tempo dos processos seletivos e aumentando as chances de contratação. Além disso, fortalecem a atuação do Sine como ponte entre a oferta e a demanda de mão de obra, contribuindo para o desenvolvimento econômico e social de Santa Catarina”, afirma. O Sine/SC também convida as empresas dos municípios participantes e da região a integrarem a iniciativa. A participação é gratuita e permite divulgar vagas, realizar recrutamento de candidatos e ampliar a visibilidade das oportunidades disponíveis. As empresas interessadas podem entrar em contato com as equipes locais do Sine para cadastrar suas vagas e garantir participação nos eventos.

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Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) seguem em tendência de queda, mas nove capitais ainda registram crescimento da doença, segundo o boletim InfoGripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado nesta quinta-feira (9). A Influenza B mantém aumento em estados da Região Centro-Sul, enquanto a incidência da síndrome continua mais elevada entre crianças pequenas e a mortalidade permanece concentrada entre idosos. De acordo com o boletim, os casos graves por Influenza B seguem em crescimento no Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Santa Catarina. O Ceará, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo apresentam indícios de interrupção do avanço ou início de queda. Até a Semana Epidemiológica 26, nove das 27 capitais apresentaram níveis de atividade de SRAG classificados como alerta, risco ou alto risco nas últimas duas semanas, com sinal de crescimento na tendência de longo prazo. As capitais são Belo Horizonte, Boa Vista, Curitiba, Florianópolis, Goiânia, Manaus, Palmas, Porto Alegre e Rio Branco. Outras 11 capitais também registram incidência de SRAG em níveis de alerta, risco ou alto risco, mas sem crescimento sustentado nas últimas seis semanas. Nessa situação estão Aracaju, Belém, Brasília, Campo Grande, Cuiabá, João Pessoa, Macapá, Maceió, Rio de Janeiro, Salvador e São Luís. Segundo a Fiocruz, o aumento dos casos em Belo Horizonte, Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre ocorre principalmente entre crianças menores de 2 ou 4 anos de idade. Em Rio Branco, o crescimento é observado entre crianças e adolescentes de 2 a 14 anos. Belo Horizonte, Florianópolis, Manaus e Rio Branco também registram aumento de casos entre idosos. A pesquisadora do InfoGripe Tatiana Portella ressalta que, embora o cenário nacional seja de redução dos casos, a circulação dos vírus respiratórios continua elevada em parte do país. “A população dos grupos prioritários deve manter a vacinação contra a influenza em dia, pois ela reduz o risco de hospitalizações e mortes. Também é importante que pessoas com sintomas respiratórios evitem contato com indivíduos mais vulneráveis, como idosos, crianças pequenas e pessoas imunocomprometidas, além de utilizar máscara ao apresentar sintomas”, orienta. Nas quatro últimas semanas epidemiológicas, entre os casos com resultado laboratorial positivo para vírus respiratórios, 55,9% foram causados pelo vírus sincicial respiratório (VSR), 23,3% por rinovírus, 12,7% por Influenza A, 8,4% por Influenza B e 2,2% por Sars-CoV-2, vírus causador da covid-19. Entre os óbitos registrados no mesmo período, a Influenza A respondeu por 33,1% dos casos, seguida do rinovírus (26,3%), do vírus sincicial respiratório (21,7%), da Influenza B (15,4%) e da covid-19 (6,9%). Desde o início do ano, o Brasil notificou 109.347 casos de SRAG. Desse total, 56.530 (51,7%) tiveram resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório, 37.770 (34,5%) apresentaram resultado negativo e pelo menos 8.195 (7,5%) ainda aguardam confirmação laboratorial. O boletim mostra ainda que, no cenário nacional, os casos de SRAG apresentam início ou manutenção da queda entre pessoas de 2 a 49 anos e entre idosos com 65 anos ou mais. Na faixa etária de 50 a 64 anos, observa-se um leve aumento das ocorrências, enquanto entre crianças menores de 2 anos o cenário é de estabilização. A Fiocruz destaca que a incidência semanal da síndrome continua mais elevada entre crianças pequenas, principalmente em decorrência do vírus sincicial respiratório. A mortalidade permanece maior entre idosos, tendo a Influenza A como principal causa. Os casos de SRAG associados à covid-19 seguem em níveis baixos em todas as faixas etárias.

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