Vidente ligada à previsão da Covid-19 faz novo alerta: guerra mundial e ETs em 2026

Relatos atribuídos à vidente búlgara Baba Vanga voltaram a circular nas redes sociais e reacenderam a curiosidade sobre previsões para 2026. Entre as supostas profecias aparecem cenários impactantes, como o primeiro contato da humanidade com vida extraterrestre e até o risco de um grande conflito global. Segundo interpretações divulgadas por seguidores, 2026 poderia marcar o primeiro encontro oficial entre humanos e seres de outros planetas. A previsão menciona a entrada de uma grande nave alienígena na atmosfera terrestre, possivelmente em novembro, sem indicar se os visitantes seriam pacíficos ou hostis. O tema ganhou ainda mais atenção com o aumento de relatos de fenômenos aéreos não identificados e o interesse científico por objetos espaciais como o 3I/ATLAS, um corpo de origem interestelar que passou pelo Sistema Solar. Outra interpretação aponta que a humanidade estaria próxima de perceber que ultrapassou limites éticos e tecnológicos. Nesse cenário, o avanço da ciência levaria a sociedade a refletir sobre o impacto dessas mudanças no futuro. As previsões também citam um alerta mais alarmante: a possibilidade de uma Terceira Guerra Mundial envolvendo principalmente países da Europa e da Ásia, em meio ao aumento das tensões geopolíticas. Apesar do tom dramático, seguidores afirmam que a vidente teria dito que o fim do mundo não ocorreria antes do ano de 5079.

Quem foi Baba Vanga

Nascida em 1911 com o nome de Vangelia Pandeva Gushterova, na região da atual Macedônia do Norte, Baba Vanga ficou conhecida por supostas previsões do futuro. Ficou famosa por previsões atribuídas a ela, como os ataques de 11 de setembro, a pandemia de Covid-19 e a dissolução da União Soviética.  Ela perdeu a visão ainda jovem após um acidente e ganhou fama internacional entre admiradores que atribuem a ela previsões de eventos históricos. A vidente morreu em 1996, vítima de câncer de mama, mas suas profecias continuam circulando até hoje.

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Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) seguem em tendência de queda, mas nove capitais ainda registram crescimento da doença, segundo o boletim InfoGripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado nesta quinta-feira (9). A Influenza B mantém aumento em estados da Região Centro-Sul, enquanto a incidência da síndrome continua mais elevada entre crianças pequenas e a mortalidade permanece concentrada entre idosos. De acordo com o boletim, os casos graves por Influenza B seguem em crescimento no Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Santa Catarina. O Ceará, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo apresentam indícios de interrupção do avanço ou início de queda. Até a Semana Epidemiológica 26, nove das 27 capitais apresentaram níveis de atividade de SRAG classificados como alerta, risco ou alto risco nas últimas duas semanas, com sinal de crescimento na tendência de longo prazo. As capitais são Belo Horizonte, Boa Vista, Curitiba, Florianópolis, Goiânia, Manaus, Palmas, Porto Alegre e Rio Branco. Outras 11 capitais também registram incidência de SRAG em níveis de alerta, risco ou alto risco, mas sem crescimento sustentado nas últimas seis semanas. Nessa situação estão Aracaju, Belém, Brasília, Campo Grande, Cuiabá, João Pessoa, Macapá, Maceió, Rio de Janeiro, Salvador e São Luís. Segundo a Fiocruz, o aumento dos casos em Belo Horizonte, Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre ocorre principalmente entre crianças menores de 2 ou 4 anos de idade. Em Rio Branco, o crescimento é observado entre crianças e adolescentes de 2 a 14 anos. Belo Horizonte, Florianópolis, Manaus e Rio Branco também registram aumento de casos entre idosos. A pesquisadora do InfoGripe Tatiana Portella ressalta que, embora o cenário nacional seja de redução dos casos, a circulação dos vírus respiratórios continua elevada em parte do país. “A população dos grupos prioritários deve manter a vacinação contra a influenza em dia, pois ela reduz o risco de hospitalizações e mortes. Também é importante que pessoas com sintomas respiratórios evitem contato com indivíduos mais vulneráveis, como idosos, crianças pequenas e pessoas imunocomprometidas, além de utilizar máscara ao apresentar sintomas”, orienta. Nas quatro últimas semanas epidemiológicas, entre os casos com resultado laboratorial positivo para vírus respiratórios, 55,9% foram causados pelo vírus sincicial respiratório (VSR), 23,3% por rinovírus, 12,7% por Influenza A, 8,4% por Influenza B e 2,2% por Sars-CoV-2, vírus causador da covid-19. Entre os óbitos registrados no mesmo período, a Influenza A respondeu por 33,1% dos casos, seguida do rinovírus (26,3%), do vírus sincicial respiratório (21,7%), da Influenza B (15,4%) e da covid-19 (6,9%). Desde o início do ano, o Brasil notificou 109.347 casos de SRAG. Desse total, 56.530 (51,7%) tiveram resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório, 37.770 (34,5%) apresentaram resultado negativo e pelo menos 8.195 (7,5%) ainda aguardam confirmação laboratorial. O boletim mostra ainda que, no cenário nacional, os casos de SRAG apresentam início ou manutenção da queda entre pessoas de 2 a 49 anos e entre idosos com 65 anos ou mais. Na faixa etária de 50 a 64 anos, observa-se um leve aumento das ocorrências, enquanto entre crianças menores de 2 anos o cenário é de estabilização. A Fiocruz destaca que a incidência semanal da síndrome continua mais elevada entre crianças pequenas, principalmente em decorrência do vírus sincicial respiratório. A mortalidade permanece maior entre idosos, tendo a Influenza A como principal causa. Os casos de SRAG associados à covid-19 seguem em níveis baixos em todas as faixas etárias.

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